Mulher é presa em Francisco Morato por crime de estelionato

Investigação da Polícia Civil começou em Sorocaba e apontou que um grupo de quatro mulheres aplicava os golpes também pela internet

A Polícia Civil de Sorocaba prendeu uma mulher em Francisco Morato acusada de aplicar golpes financeiros em pessoas de vários lugares do país. A operação “Hemera”, deflagrada nesta segunda-feira (19), prendeu ainda outras duas mulheres na capital paulista investigadas pelo mesmo crime.

A delegada responsável pelo caso, Luciane Bachir, informou à TV TEM que as investigações começaram após uma vítima procurar a delegacia, em Sorocaba. Os policiais foram até a capital paulista, no começo da manhã, para cumprir mandados de busca e apreensão.

As investigações apontaram que quatro mulheres estavam envolvidas nos golpes financeiros, mas, até o momento, apenas três foram presas, a quarta suspeita está foragida.

Investigação

A operação é resultado de uma investigação que durou cerca nove meses e apurou os crimes de estelionato e associação criminosa. A Polícia Civil apontou que os golpes eram aplicados também pela internet, por isso, há vítimas em várias regiões do país.

Celulares, computadores e documentos foram apreendidos pelo Departamento de Investigações sobre Crime Organizado de Sorocaba (Deic). As mulheres foram presas temporariamente e conduzidas ao Deic.

Golpes aplicados

Conforme apurado pelos policiais civis, os crimes eram cometidos, em sua maioria, contra aposentados e pensionistas, muitos deles com dificuldades em acessar agências bancárias ou com pouco conhecimento em tecnologia.

As golpistas entravam em contato com as vítimas dizendo a elas que um empréstimo pessoal foi feito em seus nomes indevidamente e, para que a operação fosse cancelada, um cadastro precisaria ser feito.

Nesse momento, de posse dos dados da pessoa, ao invés de encerrá-lo, o empréstimo era efetivado e o dinheiro destinado a uma conta de uma das integrantes do grupo.

A pessoa lesada além de não ter acesso ao empréstimo contratado, arcava com as parcelas que eram debitadas de seu benefício.

Orientação

A Polícia Civil alertou para aumento de casos semelhantes a este e pede para que a pessoa, ao ter dúvidas sobre valores creditados ou debitados em sua conta, entre em contato com a instituição bancária antes de realizar qualquer operação.

Publicidade
blank
Publicidade

Utilizamos cookies para melhorar o desempenho e a sua experiência em nosso site. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.