A assembleia unificada dos trabalhadores de Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanas (CPTM), Sabesp, professores da rede estadual e funcionários da Fundação Casa confirmou nesta segunda-feira (27) a greve desta terça (28) contra as privatizações do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo. Dessa maneira, boa parte do sistema de transporte sobre trilhos vai parar durante o dia.
No início da tarde o governo de São Paulo determinou ponto facultativo em todos os serviços públicos estaduais da capital em virtude da greve. De acordo com a gestão estadual, “A medida visa reduzir os prejuízos à população, garantindo a remarcação de consultas, exames e demais serviços que estavam agendados para a data da greve”.
No Metrô, ficam fora de operação as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, que transportam juntas cerca de 3 milhões de passageiros, em média, por dia útil. As linhas 4-Amarela e 5-Lilás vão funcionar normalmente ao longo do dia, segundo a ViaQuatro e a ViaMobilidade.
A CPTM também deve parar com as linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade, que transportam cerca de 1,6 milhões de passageiros por dias úteis. As linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda, privatizadas, não estarão em greve.
Como alternativa à greve, metroviários e trabalhadores da CPTM chegaram a propor a liberação das catracas ao governo estadual, o que não foi aceito pelo governo até o início da noite desta segunda.
Sem boa parte das linhas de metrô e trens, o sistema de ônibus da capital paulista deverá ser sobrecarregado já desde as primeiras horas do dia.
Para quem segue da zona sul em direção à região central, as linhas 9-Esmeralda, 4-Amarela e 5-Lilás também deverão ter mais passageiros que de costume.
O rodízio municipal de veículos estará suspenso ao longo do dia.
