Franco da Rocha terá ‘Botão do Pânico’ em escolas do município

Prefeita em exercício também anunciou a criação de um comitê de prevenção para evitar ataques nas escolas

Em resposta à população de Franco da Rocha, que foi surpreendida com notícias falsas sobre possíveis ataques em escolas da cidade, a vice-prefeita Lorena Oliveira promoveu uma live na noite desta terça-feira (11) para anunciar algumas medidas de prevenção nas instituições de ensino do município.

Entre as medidas anunciadas, está o sistema de segurança que funcionará como um “Botão do Pânico” e será disponibilizado em escolas públicas e particulares da cidade.

A aplicação será integrada com a departamento de inteligência Guarda Civil Municipal, encurtando, assim, o tempo de resgate ao ser acionado. Os profissionais de educação também passarão por um treinamento para uso correto da ferramenta.

A prefeita em exercício – que ocupava o cargo de chefe do executivo durante as férias de Dr. Nivaldo -, também anunciou a criação de um comitê de inteligência, que será integrado por especialistas de segurança pública, saúde mental e da sociedade civil para prevenção de atentados nas escolas.

Lorena também informou que o município terá a ampliação de porteiros eletrônicos nas unidades de ensino e que hoje 700 câmeras de monitoramento garantem a segurança na área externa dessas escolas.

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Prefeita em exercício Lorena Oliveira reunida com representantes de segurança pública. Foto: Reprodução/YouTube

Entre outras ações, a GCM terá oito viaturas para uso exclusivo de rondas escolares e contará também com o apoio da Polícia Militar. Também haverá ampliação de muros e grades nas unidades escolares.

De forma remota, participaram da reunião o deputado estadual Maurici (PT) e o deputado federal Kiko Celeguim (PT) que, em resposta aos pedidos de policiais nas escolas, afirmou que somente o uso da força policial não resolve o problema.

“A gente não pode cair na armadilha de que violência se combate com mais violência”, disse o deputado federal.

Durante a reunião, foi bastante reforçado o pedido para que a população não compartilhe notícias falsas sobre possíveis atentados, gerando assim ainda mais pânico entre pais, alunos e professores.

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