Desde a última terça-feira (6), o valor da passagem de trens e metrô subiu de R$ 5,20 para R$ 5,40. O aumento de R$ 0,20 foi aplicado a todo o sistema sobre trilhos.
Com o início da vigência do novo valor, os passageiros que efetuarem recargas no Bilhete Único ou no Cartão TOP a partir de agora já pagam a tarifa atualizada. De acordo com as normas da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, apenas os créditos adquiridos antes da meia-noite da última segunda-feira (5) mantêm o valor antigo de R$ 5,20 até que o saldo seja totalmente utilizado.
O reajuste reflete também no custo final das integrações com os ônibus municipais da capital (SPTrans). Para o morador da Região do Juquery que trabalha em São Paulo, o impacto diário exige uma revisão no orçamento: Para quem utiliza apenas o sistema de trilhos (CPTM e Metrô) para ir e voltar do trabalho, o custo mensal básico agora atinge a marca de R$ 237,60, considerando 22 dias úteis.
O impacto é ainda maior para quem depende da integração com os ônibus da capital (SPTrans). Com o novo valor integrado estimado em R$ 9,20 por trecho (ida e volta a R$ 18,40), o gasto mensal de um morador de Franco da Rocha, Francisco Morato, Caieiras e região, que trabalha em São Paulo pode ultrapassar os R$ 404,80.
