Parece que a maré realmente não está boa para o irmão de Kiko Celeguim. Depois de ser derrotado nas urnas por Lorena Oliveira em 2024, Bran Celeguim acaba de sofrer mais uma derrota: desta vez, no Tribunal Regional Eleitoral.
Por seis votos a um, o TRE-SP mandou um recado claro ao rejeitar a ação movida pelos partidos da antiga coligação petista que tentava cassar os diplomas de Lorena e do vice Diego Hernandez. O resultado? Lorena segue prefeita, legitimada pelo voto popular e, agora, também respaldada pela ampla maioria da Corte eleitoral.
Desde a derrota eleitoral, o grupo político ligado ao irmão de Kiko parece ainda não ter assimilado o recado das urnas. Enquanto a atual administração tenta tocar a máquina pública, a oposição vem apostando em uma estratégia que mistura judicialização da política, questionamentos administrativos e uma intensa disputa narrativa nas redes sociais.
Licitações importantes já foram alvo de questionamentos judiciais. Contratações de serviços públicos também enfrentaram tentativas de paralisação. Paralelamente, páginas travestidas de veículos jornalísticos seguem funcionando em ritmo acelerado, produzindo diariamente conteúdos críticos à atual gestão.
O problema é que, até aqui, nem as urnas, nem a Justiça parecem ter confirmado as teses defendidas pelo grupo derrotado.
Há quem diga, nos bastidores da política local, que a maior realização de Bran na vida pública foi ter nascido irmão do deputado federal Kiko Celeguim. Ironias da política: mesmo sendo o irmão mais velho, é o caçula quem acabou se tornando a principal referência política da família.
Na política, perder faz parte do jogo. O difícil, ao que parece, é aceitar a derrota.
Depois do revés nas urnas e agora no TRE-SP, fica a dúvida que não quer calar: o que o irmão de Kiko Celeguim vai tentar agora?


