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Metroviários de São Paulo anunciam greve de 24 horas para próxima quarta-feira (13)

Paralisação depende de aprovação em assembleia na véspera; categoria cobra concurso público e melhorias trabalhistas

Uma fotografia em plano médio e ângulo levemente baixo captura o interior de uma estação de metrô movimentada, onde o movimento é enfatizado pelo rastro borrado de um trem prateado com detalhes azuis partindo à esquerda. No centro da composição, diversos passageiros aguardam na plataforma de piso cinza polido e reflexivo; um homem de preto observa os trilhos em primeiro plano, enquanto outros pedestres caminham ou esperam próximos às barras de proteção metálicas. A iluminação é composta por fileiras de lâmpadas fluorescentes no teto de concreto escuro, que criam linhas de perspectiva em direção ao fundo da estação, onde se veem paredes com faixas horizontais em azul e laranja, além de placas informativas suspensas que indicam o destino
Reprodução/Agência SP

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo anunciou a convocação de uma greve de 24 horas para a próxima quarta-feira (13). A paralisação ainda será confirmada em assembleia geral marcada para a noite de terça-feira (12), na sede da entidade, no bairro do Belém, na zona leste da capital.

Caso seja aprovada, a greve deve começar à 0h e afetar diretamente a operação das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, administradas pelo Metrô. Já as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e 17-Ouro não serão impactadas, por serem operadas por concessionárias privadas.

A mobilização ocorre em meio a uma série de reivindicações da categoria, com destaque para a exigência de abertura de concurso público para recomposição do quadro de funcionários. Segundo o sindicato, o número de trabalhadores caiu significativamente na última década, enquanto a demanda por serviços aumentou.

De acordo com a diretora de Imprensa da entidade, Camila Lisboa, o Metrô conta atualmente com 5.663 funcionários em diferentes áreas, como operação, atendimento, segurança e manutenção — número que representa cerca de metade do efetivo de dez anos atrás. Ela afirma que a redução tem provocado sobrecarga de trabalho e aumento de casos de adoecimento entre os profissionais.

Apesar do cenário, a dirigente destaca que a avaliação dos usuários segue positiva. Em pesquisa de satisfação realizada em 2025, 76,3% dos passageiros classificaram o serviço como bom ou muito bom, resultado que, segundo ela, é alcançado à custa de maior esforço dos trabalhadores.

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Além da contratação de novos funcionários, os metroviários reivindicam melhorias no plano de saúde, equiparação salarial entre profissionais que exercem as mesmas funções e a retomada das negociações sobre o pagamento da Participação nos Resultados (PR). O sindicato afirma que as tratativas com a direção do Metrô e com o governo estadual não avançaram nas últimas rodadas.

A entidade ressalta que a greve pode ser suspensa caso haja abertura de negociação por parte da gestão estadual e da companhia. Até o momento, o Metrô de São Paulo não divulgou um plano de contingência para eventual paralisação, nem detalhou possíveis impactos na circulação dos trens.

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