Terça-feira, 21 de julho de 2026 MPJ | Mais Pelo Jornalismo

Buscar notícia

Publicidade
/apidata/imgcache/878c7a51cfdb3b32251191c59be59d4f.webp?banner=top&when=1784687468&who=153

Mulher suspeita de tortura em escola de SP é enviada para Franco da Rocha

Andrea Carvalho Alves Moreira e Eduardo Mori Kawano estão presos desde o final de junho após serem indiciados nove vezes suspeitos pelo crime .

A Justiça de São Paulo manteve a prisão de Eduardo Mori Kawano e Andrea Carvalho Alves Moreira, donos de uma escola em São Paulo investigada por maus-tratos. O casal está preso desde final de junho após ser indiciado nove vezes por tortura.

A decisão de manter o casal preso é do juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, da 19ª Vara Criminal de São Paulo. A partir dela, a prisão temporária foi convertida em preventiva. A escola particular Pequiá, onde teriam ocorrido os crimes, fica no bairro do Cambuci, zona sul da cidade.

Eduardo Kawano e Andrea Carvalho Alves Moreira, donos da escola particular Pequiá

Com a decretação da prisão preventiva, os dois foram transferidos. Kawano foi levado para o centro de detenção provisória de Guarulhos e Moreira foi para a penitenciária feminina de Franco da Rocha.

A defesa dos donos da escola tem negado as acusações e afirmado que o casal é inocente. A decisão pela prisão preventiva é do último dia 18, mas só veio à tona hoje.

O que aconteceu

As suspeitas foram reveladas em junho, quando uma professora entregou imagens com os maus-tratos e prestou depoimento. Em uma das gravações, a dona da escola humilha um menino de 5 anos com dificuldade para fazer necessidades fisiológicas, chamando o garoto de “louco”.

Em outro vídeo, uma menina de apenas 1 ano e 8 meses aparece recolhendo brinquedos e chorando. Em seguida, a dona da escola diz “guarda dentro da caixa” e ergue a criança com violência pelas mãos. “Pode guardar tudo isso aí! Agora! Pode recolher!”, diz um homem. A voz é atribuída ao dono da escola.

Publicidade
/apidata/imgcache/e5ff5b2b549de691f65cfc4748c4e6b4.webp?banner=postmiddle&when=1784687468&who=153

Inicialmente, o caso começou a ser investigado pela Polícia Civil como maus-tratos. Mas os registros em foto e vídeo das crianças e os depoimentos fizeram com que a investigação passasse a tratar os episódios ocorridos na escola como tortura, com pena de até oito anos de prisão.

Segundo depoimentos à polícia, as crianças costumavam ficar sem o lanche oferecido no café da manhã porque precisavam “comer rapidamente”.

Leia também

Vacinação na estação de Franco da Rocha
saudeebem-estar 21/07/2026

Franco da Rocha promove vacinação na estação de trens para atualizar cadernetas

Ação acontece em três datas, no período da noite, com foco na proteção contra sarampo, caxumba e rubéola

Mila Bertolini
Educação e Cultura 21/07/2026

Escritora de Franco da Rocha leva literatura infantil da região para a Flip 2026, em Paraty

Mila Bertolini estará em mesa sobre criação de livros infantis e fará sessão de autógrafos durante um dos principais festivais literários do país

Crianças no III Torneio de Judô
Esporte 21/07/2026

Torneio de judô reúne 580 atletas e homenageia legado de mestre em Franco da Rocha

Evento realizado no Ginásio Paulo Rogério destacou formação esportiva e celebrou trajetória do sensei Juarez de Jesus

Público no Festival Franco do Rock 2025
Entretenimento e Lazer 21/07/2026

Festival Franco do Rock 2026 acontece neste fim de semana com mais de 40 bandas em Franco da Rocha

Evento gratuito será realizado de 24 a 26 de julho, no Parque Municipal Benedito Bueno de Morais, com atrações nacionais, internacionais e artistas locais